Coronavírus e o impacto para as gestantes

Hoje o nosso assunto é sério e preocupante, no entanto não tem motivo para pânico e desespero. Vamos falar sobre o Coronavírus e as gestantes.
 
No último dia 09 de março de 2020 o Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, do Reino Unido, publicou orientações para as gestantes, explicando quais os riscos em relação ao vírus e como elas devem se proteger.
 
Como sabemos que aqui no Brasil tem muitas mamães preocupadas, resolvemos fazer um resumo dessas orientações para que você fique mais tranquila e tome as medidas necessárias para se proteger dessa infecção.
 
Embora os dados disponíveis sobre o impacto do vírus sejam limitados, e as gestantes estão sempre incluídas no grupo de risco de qualquer doença, os médicos afirmam que as mulheres grávidas não parecem ser mais suscetíveis às consequências do coronavírus do que a população em geral. O documento também indica também que não há evidências que a covid-19 aumente o risco de aborto espontâneo ou perda precoce da gravidez. No entanto é importante ficar atenta, uma vez que qualquer infecção respiratória pode causar abortos espontâneos no primeiro trimestre e prematuridade a partir do 2º trimestre. Para conhecimento, alguns bebês nascidos de mulheres com sintomas de coronavírus na China nasceram prematuramente. Mas não está claro se o coronavírus causou esse problema ou se os médicos tomaram a decisão de o bebê nascer cedo porque a mulher estava doente.
 
Além disso, é tranquilizador o fato de não haver evidências de que o vírus possa ser passado da mãe para o bebê durante a gravidez. Mas por outro lado, os dados são ainda muito limitados e recentes. Outro ponto que pode ser animador é que também não há registro de que o vírus possa ser transportado no leite materno. E segundo a publicação, os benefícios da amamentação superam quaisquer riscos potenciais de transmissão do coronavírus pelo leite materno.
 
Então sabendo de todas essas informações, como as gestantes podem se proteger do coronavírus?
 

Fizemos uma lista do que fazer e não fazer para evitar a contaminação

 
  1. Lavar as mãos com regularidade e eficácia, assim que a mãe vier de locais públicos para a casa ou local de trabalho. Se não houver possibilidade de lavar as mãos, utilizar álcool em gel para fazer essa higienização.
  2. Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  3. Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  4. Ficar em casa quando estiver doente, seja com qualquer sintoma, respiratório ou não.
  5. Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
  6. Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.O álcool 70% é um grande aliado nessa limpeza.
 
As máscaras cirúrgicas só são recomendadas para as pessoas doentes, mas não garantem uma proteção de 100% contra o problema, uma vez que elas não estão completamente presas ao rosto, e deixam o ar entrar sem filtragem. Além disso, elas devem ser trocadas após algumas horas. O ideal seriam as chamadas máscaras de proteção respiratória individual, compostas por uma peça facial e um dispositivo de filtragem de ar de uma vida útil mais longa, no entanto não equipamentos mais caros.
 
Essas são as informações que temos até o momento. E acreditamos que a principal orientação é manter a calma e não gerar mais pânico.
 
Assim que aparecem novas informações, manteremos vocês informadas em nossas redes sociais. Nos acompanhem por lá e fiquem atentas.
 
Gostou dessas informações? Que tal permanecer por aqui e ler um pouco mais sobre a saúde íntima da mulher? Temos outros posts bem interessantes sobre esse assunto  aqui no nosso blog.
 

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Dra. Clara Antunes

Além de ginecologista, obstetra, ultrassonografista, também é Fetóloga, estando habilitada a fazer procedimentos diagnósticos no ambiente fetal, guiados por métodos de imagem.

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